19 abril 2008

Projecto "Limpar o mundo, limpar Portugal, uma Ilha Graciosa.

Uma Ilha GRACIOSA …

No âmbito do projecto internacional “limpar o mundo, limpar Portugal, uma Ilha Graciosa…”, centenas de alunos da Escola Básica e Secundária da Graciosa, acompanhados pelos professores, com a colaboração de dezenas de operários pertencentes às várias entidades oficiais e associativas da Ilha, vão recolher o lixo que foi indevidamente abandonado por toda a geografia da Graciosa.

Lixo abandonado é celeiro para os ratos, é mau para a saúde, mancha a beleza da paisagem, dá má impressão dos habitantes duma ilha e é punível por lei.
Pare! Não abandone o lixo!
Mantenha a sua Ilha Graciosa!

“Quem bem se sente é quem protege o ambiente”. Então tome atenção:

1. Coloque o lixo nos locais apropriados: caixote de lixo / contentor.
A remoção do lixo doméstico pela Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa realiza-se de 2ª a 6ª Feira, entre as 8:00 e as 16:00, em todas as freguesias da Ilha.

2. Pilhas? Há sempre um pilhão à mão…

Coloque as pilhas no pilhão. Existem imensos pilhões espalhados pela Ilha: Câmara Municipal, Ecoteca, Escolas, Juntas de Freguesia, estabelecimentos comerciais de toda a ilha…
Não abandone as pilhas nos baldes de lixo, porque depois irão contaminar os solos e as águas subterrâneas com elementos altamente perigosos para a saúde. Lembre-se que uma única pilha contamina o solo durante 50 anos.

3. “Monstros”? É só um telefonema…

Contacte a Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa. A autarquia promove a recolha de electrodomésticos, mobílias e louças sanitárias fora de uso, sem custos, para o aterro sanitário, todas as semanas às 5ªs Feiras.

Pare de abandonar o lixo pelo campo e junto à orla marítima!

4. Trapos…

Faça a entrega de roupas velhas na Ecoteca da Graciosa e livre-se dos trapos velhos que enchem os seus roupeiros. Não se esqueça…
na Ecoteca do velho se faz novo!

5. Há sempre um vidrão à mão …

Coloque as garrafas de vidro nos mais de 100 vidrões distribuídos pelos cafés da Ilha.

6. Veículos em Fim de Vida (VFV), uma dor de cabeça? Talvez não…
Sabia que a sua Câmara Municipal já colocou no exterior um grande contentor com dezenas de viaturas amolgadas?
Contacte então a sua Câmara Municipal e o seu problema ficará
resolvido, sem custos para si. Aproveite!

Não abandone o seu carro na paisagem. É punível por lei.
Mantenha graciosa a sua Ilha Graciosa!

7. Evite o abandono de plásticos de silagem, sacas e embalagens de herbicidas pelos pastos e canadas.
Colabore na manutenção da limpeza dos portos de pesca!
Comece já a pensar em “touradas limpas”, sem deixar rasto de lixo abandonado pelo chão das ruas e terrenos alheios.
Respeite os espaços públicos!

Finalmente, o local de deposição do lixo é o contentor e o aterro sanitário, não a costa e as matas.
O mar não é caixote de lixo. E as nossas belas baías não são vazadouros!

A Directora da Ecoteca da Graciosa
Lurdes Valério e Cunha
18 de Abril de 2008

16 abril 2008

Comunicado do Conselho Executivo da Escola Básica e Integrada da Graciosa

De acordo com a notícia divulgada ontem, publicamos na integra um comunicado do Presidente do Conselho Executivo da Escola Básica e Integrada de Santa Cruz da Graciosa.

14 abril 2008

Agradecimento

“Líbia de Fátima Sousa da Silva, agradece por este meio, a todas as pessoas que acompanharam e manifestaram o seu pesar, pelo falecimento do seu irmão Oriolando de Sousa Machado Correia da Silva.
Bem hajam”.

07 abril 2008

Comunicado do Centro de Saúde de Santa Cruz da Graciosa no âmbito do Dia Mundial da Saúde-7 de Abril 2008

Comunicado a Rádio Graciosa a 7/04/2008


Bom dia / tarde
Hoje comemora-se o Dia Mundial da Saúde, que tem este ano como principal tema “A protecção da saúde face aos efeitos das alterações climáticas” e como tal o Centro de Saúde de Santa Cruz da Graciosa vem por este meio comunicar à população alguns alertas acerca desta problemática.

O clima tem variado significativamente ao longo da História da Terra devido a imensas causas naturais sendo algumas delas provocadas por actividades humanas.
A emissão de gases com efeito de estufa está a intensificar o efeito de estufa natural, provocando um aumento da temperatura média global.
Neste sentido, estamos nós próprios a provocar alterações climáticas não naturais, que se caracterizam pelo aumento da temperatura média, maior frequência de acontecimentos climáticos, como ondas de calor, secas e inundações intensas em curtos espaços de tempo. No entanto, este aumento da temperatura provoca o aquecimento da água dos oceanos que, em associação ao degelo dos glaciares provoca uma subida lenta do nível do mar.
È muito provável que estas alterações climáticas não naturais, de certa forma induzidas pelo Homem, se venham a agravar com o passar do tempo.
Estes agravamentos vão ter certamente impactos negativos na saúde humana, essencialmente através de exposições directas a elevadas temperaturas ou efeitos das inundações.
Estas alterações climáticas poderão provocar na saúde humana:
- Aumento do desconforto, associado a temperaturas mais elevadas, como possíveis ondas de calor;
- Aumento das doenças respiratórias e cardíacas associadas à má qualidade do ar, em particular devido ao aumento da camada de ozono, provocada pelo aumento dos gases com efeito de estufa, como referimos anteriormente e;
- Aumento das doenças transmitidas pela água e por roedores.
Não se conhece a dimensão do problema da poluição atmosférica e as suas consequências na saúde. No entanto, é necessário “gerir” a qualidade do ar em relação aos gases emitidos pelo Homem. Esses gases poderão ser libertados através da circulação dos automóveis, dos fogos, da queima de materiais de indústria, entre outros. É portanto, nossa função, alertar a população e educá-los de forma a conseguirmos um ambiente menos poluído.
Para além do problema da poluição atmosférica existem também os riscos químicos e biológicos, que dizem respeito às substâncias utilizadas na agricultura e que têm influência na saúde humana. Dessas substâncias podem destacar-se os fertilizantes, pesticidas, herbicidas, fungicidas, entre outros. É então necessário alertar a população para as quantidades a utilizar na agricultura.
A insegurança alimentar encontra-se relacionada com os riscos biológicos e químicos, pois a exposição a muitos microorganismos é prejudicial para a saúde humana. As intoxicações alimentares são consideradas um grave problema de saúde pública, pelo que o controlo desses agentes químicos e biológicos é de extrema importância.
Em relação à gestão de resíduos podemos afirmar que é necessário implementar medidas para controlar a eliminação de resíduos quer hospitalares, quer industriais ou urbanos, pois todos produzem problemas de saúde pública e ambiental. Para isso é necessário um maior acompanhamento da população pelas entidades responsáveis para a futura criação de estruturas para depósito desses resíduos, nomeadamente ecopontos e aterros sanitários.

Para terminar, é importante salientar que todos os esforços são necessários para que a saúde humana seja “poupada”, digamos assim, face a todas estas alterações climáticas que, ao fim e ao cabo, nós próprios as criamos.
Muito obrigado pela atenção dispensada.